Plataforma

Visão geral dos principais blocos da plataforma (projetos, módulos, entidades, UI, dashboards, regras e permissões).

Madrix é uma plataforma para desenhar, gerar e operar apps corporativos com IA.

Use esta página como mapa mental. Ela te ajuda a navegar pelos blocos e fluxos.

Atalhos:

Fluxo end-to-end (o “caminho feliz”)

  1. Login na plataforma.

  2. Abrir a Home.

  3. Entrar em Projetos e criar/selecionar um projeto.

  4. Gerar e evoluir via Chat AI (com checkpoints de aprovação).

  5. Testar no Preview com Executar.

  6. Fazer deploy com Publicar (quando quiser Cloud).

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Se você quer o passo a passo com prompt pronto: Comece aqui.

Mapa da interface (onde fica o quê)

Login

Entrada da plataforma. Depois do login, você cai na Home.

Home

Ponto de partida. Normalmente você faz:

  • Selecionar um projeto recente.

  • Criar um novo projeto.

  • Abrir configurações globais (usuário/organização).

Projetos

Um Projeto é o “container” do seu app. Ele guarda:

  • Estrutura (módulos, entidades/componentes, campos, scripts).

  • UI gerada (telas, rotas, menus).

  • Configurações e ambientes.

Editor de Projetos (barra superior)

É a área onde você alterna entre gerar e editar.

Itens comuns:

  • Nome do projeto

  • Troca de modo: Chat AI ↔ Editor

  • Executar: abre/atualiza o Preview do app

  • Publicar: faz deploy para ambiente Cloud (quando configurado)

  • Home: volta para a Home

  • Notificações

  • Configurações do usuário/organização

Configurações do Usuário / Organização

Onde ficam preferências e contexto de organização (ex: permissões, acesso, etc).

Idioma selecionado

Controla textos da interface. Também conversa com traduções como pt-BR, en, etc.

Conceitos essenciais (definições curtas)

  • Projeto: o app inteiro (código, dados, configurações e deploy).

  • Módulo: um domínio funcional (ex: Vendas, Tarefas, Financeiro).

  • Entidade / Componente: seu “objeto” principal (vira tabela no banco).

  • Campo: atributo da entidade (tipo, obrigatório, único, picklist, etc).

  • Relacionamento: conexão entre entidades (1-N, N-N).

  • Script: regra de negócio no backend (ex: validação e automação).

  • UI: telas, rotas, menus e formulários gerados.

  • Dashboard / Relatório: visão gerencial e análises.

  • Permissões (RBAC): quem pode ver/fazer o quê.

Como a IA gera sistemas no Madrix (modelo mental)

O fluxo tende a ser este:

  1. Você descreve objetivo, entidades e regras no prompt.

  2. A plataforma gera uma especificação para você aprovar.

  3. Após aprovação, agentes geram backend + UI + recursos do projeto.

  4. Você testa no Preview e pede mudanças incrementais.

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Dica prática: trate a especificação como “contrato”. Ela reduz retrabalho.

Fluxos comuns (quando usar cada modo)

Chat AI (mudanças grandes e iterativas)

Use quando você quer:

  • Criar um app do zero.

  • Adicionar módulos e entidades inteiros.

  • Refatorar regras ou fluxos.

  • Pedir mudanças em “linguagem de negócio”.

Abrir: Modo Chat AI

Editor (ajuste “cirúrgico” e controle fino)

Use quando você quer:

  • Ajustar campos, relacionamentos, menus e scripts por evento.

  • Entender o scaffold do frontend gerado.

  • Resolver detalhes que o chat não fechou bem.

Abrir: Modo Editor

AWUs (Agentic Work Units)

AWU é a unidade de consumo para trabalho agêntico. Na prática, ele cresce com:

  • Escopo do pedido (quantidade de módulos/entidades/telas).

  • Número de iterações (mudanças que reescrevem muito).

  • Complexidade de regras, integrações e permissões.

Boas práticas para consumir menos:

  • Comece com um prompt menor e evolua em passos.

  • Aprove a especificação antes de gerar.

  • Faça mudanças por “lotes” pequenos e testáveis.

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Limits (limites, boas práticas e anti-padrões)

Use como guardrail para ter mais previsibilidade.

Boas práticas:

  • Escreva prompts com objetivo + entidades + regras.

  • Prefira nomes consistentes. Evite sinônimos para a mesma coisa.

  • Peça mudanças em formato de checklist. Isso reduz ambiguidade.

  • Teste no Preview logo após cada lote de mudanças.

Anti-padrões:

  • Pedir “um ERP completo” em um único prompt.

  • Misturar muitos domínios no mesmo primeiro passo.

  • Trocar nomes e estruturas “em massa” sem validar impacto.

  • Fazer deploy sem validar o Preview e as permissões básicas.

Próximos passos

Atualizado

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